Do site www.anda.jor.br

A ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais) realizará um show gratuito para sensibilizar as pessoas em relação aos direitos animais e à preservação do planeta, no próximo dia 13 de dezembro, no Parque da Independência (Museu do Ipiranga), São Paulo, a partir das 11h.

Grandes nomes da música brasileira, como: Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra, Fernanda Porto, Projeto Pequeno Cidadão, Palavra Cantada, Jair de Oliveira, Banda Stevens, Robson Miguel, Renato Teixeira, Sananda, Banda Pecora, Fernando Anitelli, Gabriela Veiga, Galdino Octupus e Willians Marques (Teatro Mágico) já estão confirmados. As atrizes Gabriela Duarte e Tania Khallil também estarão presentes para chamar a atenção sobre a necessidade de mudarmos nossas atitudes.

Durante o evento, o artista plástico ambiental Alexandre Huber pintará um grande painel, com ajuda das crianças, retratando animais marinhos (a vida nos oceanos).

O concerto “ANDA – Música e Consciência – pelos animais, pelo Planeta” terá 6 horas de duração e pretende disseminar, por meio da música e dos artistas, a importância de vivermos em harmonia.

Será o primeiro show no Brasil com a proposta de levar uma mensagem de convivência pacífica e ética com todos os  seres. Os artistas dão um exemplo de consciência ao se reunirem para cantar e se apresentar sem cachê. Todo o evento foi construído com colaborações voluntárias.

O show está na agenda de São Paulo para o Encontro de Copenhague (representantes de cerca de 200 países estarão na Dinamarca entre os próximos dias 7 e 18 de dezembro para a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima).

O evento terá como mestres de cerimônia as atrizes Paula Ribas e Sttella Gulo Baster.

Serviço
Anda – Música e Consciência pelos Animais, pelo Planeta
Data: 13/12/2009
Horário: a partir das 11h
Local: Parque da Independência (Museu do Ipiranga) – São Paulo / SP
Entrada Gratuita
Idealização e realização: ANDA      

Parceiros
Agência Produtora
Bureau Comunicação
Daniela Ribeiro – Comunicação e Eventos
Fabiana Cardoso – Produção e Eventos
Hábitos e Habitat
LWC Gráfica e Editora
Matilha Cultural
Restaurante Vegethus
Revista dos Vegetarianos
RV&A – Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação
São Paulo Turismo
Show Livre
Secretaria do Verde e Meio Ambiente
Surya Brasil
VEDDAS
Tokyo Design e Editorial

ainda sem coseguir digitar, mas nem por isso sem postar por aqui.

 

Folha de São Paulo, 09 dezembro de 2009

FERNANDO DE BARROS E SILVA

Tiros na Roosevelt

SÃO PAULO - Por obra de uma inusitada e persistente ocupação de grupos teatrais, a praça Roosevelt, no centro da cidade, se converteu num lugar de rara vitalidade artística. Existem hoje ali, vizinhos da prostituição, rodeados pelo tráfico e misturados aos moradores de rua, mais de 30 grupos, apresentando-se, em variados horários, em sete salas de teatro, onde há bares contíguos, além de uma livraria.
É uma experiência coletiva que desafia o processo de degradação do centro. E está na contramão do teatrão empresarial, das salas protegidas dos shopping centers, das casas de espetáculos com nome de banco -da gestão mercadista da cultura que visa reduzi-la a uma espécie de academia de ginástica para a alma.
À margem de tempos tão caretas, a Roosevelt se tornou um espaço de convívio boêmio, um caldeirão cultural com inegável vocação democrática. O assalto do sábado, no qual o dramaturgo Mário Bortolotto foi baleado -e felizmente se recupera bem-, inflamou debates e polêmicas sobre a vida e o futuro da praça.
Estigmatizar o local seria o maior equívoco. Mas há também o risco oposto. Sim, é o caso de exigir do Estado melhores condições de segurança, mas não mais do que para o resto da cidade. Revitalizar o espaço sem excluir socialmente não é o difícil desafio que desde o início anima os que ali se instalaram?
Ninguém deve morrer baleado -na Roosevelt ou em outra parte-, mas a relevância do que se passa lá depende da sua conexão com a sujeira das ruas, da sua capacidade de dramatizar a cidade conflagrada.
Que se pense, por exemplo, na Sala São Paulo, a casa da Osesp, orgulho paulistano. Ela fica no coração da cracolândia. Na geografia mental da burguesia que a frequenta, o templo da música não se localiza no centro, mas numa imaginária estação final, à qual se chega de carro, de preferência blindado, e de onde se sai logo depois de saciar o espírito, sem arriscar contato com o entorno. Quem seria louco de passear na região da futura Nova Luz? Há exemplo mais cabal de apartheid social -ou de cidade conflagrada?

 

 

Folha de São Paulo, 08 de dezembro de 2009

ANÁLISE

O símbolo da praça

GILBERTO DIMENSTEIN
COLUNISTA DA FOLHA

Desde que começou a ser tomada por grupos teatrais, a praça Roosevelt se converteu num cenário de resistência da cidade de São Paulo contra a degradação. Faltava-lhe um símbolo para sintetizar esse enredo urbano. Esse símbolo passou a se chamar Mário Bortolotto.
Tudo ali parece um roteiro. O espaço abandonado e violento, quase morto, vai ganhando vida com os palcos e seus novos personagens, que começam a se misturar com prostitutas, travestis, assaltantes, viciados, em meio a sujeira por todos os lados. Contra quase tudo e quase todos muitas vezes, contra o próprio poder público -cada centímetro ganho, com um novo teatro, parece a conquista de um território ocupado.
Revitalizações que os governos não conseguem fazer ou se arrastam há anos, como a chamada Nova Luz, surgiram, informalmente, na Roosevelt, trazendo arte e criatividade. O que cabia ao governo -e já havia até dinheiro para reformar a praça- ainda tramita na dramaturgia previsível da burocracia.
Daqueles palcos alternativos, irradiaram-se luzes que ajudaram a montar o grande palco de todas as tribos paulistanas. Em nenhum lugar, há tanta gente diferente, representando tantas tendências, como a região do Baixo Augusta.
Quem acompanha de perto essa movimentação sabe das dificuldades cotidianas, a começar das variadas formas de violência, levando muitos a pensar em desistir e alguns a desistir. A repressão à cracolândia significou não o fim do crack, mas sua disseminação pelo entorno.
A maioria não desistia porque, no fundo, estava presa a um roteiro de autoria coletiva. Há, no ar, a sensação de se contar uma bela história, de fazer história.
Não havia, porém, um grande personagem à altura. Até os tiros contra Bortolotto, cujo site se chama "Atire no Dramaturgo" e que estava em cartaz com a peça "Brutal". Fosse ficção, diriam que o autor estava exagerando.
Até se pode dizer que o herói foi um pouco vítima de seu temperamento explosivo. A forma como reagiu ao assalto não é a mais recomendável, é como se não conhecesse -ou não quisesse- os códigos de prudência. Reagiu como se estivesse não na realidade, mas num palco. Preferiu não fazer o papel da vítima passiva, acuada. Era como se reagisse solitariamente a toda uma cidade selvagem. Enfrentou, desarmado, apenas com palavras, a brutalidade. Não percebia que estava indo tão no limite quanto seus algozes.
Mas não estava no palco e os marginais tinham armas de verdade. Ao ir para a UTI, tinha deixado a cena mais profunda da praça Roosevelt.

DO BLOG - http://parlapablog.blogspot.com/

domingo, 6 de dezembro de 2009

O Teatro Resiste!

Bortolotto Viverá!


O espaço público é do cidadão.

O Teatro não vai se intimidar com a violência, muito menos se submeter aos bandidos, aos que querem a escuridão nas ruas, aos querem que o povo fique em casa, acuado.

Mário Bortolotto é um símbolo de nossa Praça Roosevelt. Seu estado de saúde é grave, mas está resistindo e viverá.

Vamos nos reunir no Espaço Parlapatões, hoje, dia 06/12 (domingo), às 21h, para mostrar o quanto queremos que nosso amigo se recupere completamente.

Nosso amigo Carcarah, também atingido, passa bem e está conosco em pensamento pela recuperação do Bortolotto.

Não apresentaremos a peça O Papa e a Bruxa, para que todo nosso elenco, artistas, produtores, técnicos e funcionários do teatro possam participar desse ato.

Chamamos os amigos, artistas, público, freqüentadores da praça, vizinhos, jornalistas e todos os que se dispõe a enfrentar a violência para vir a este encontro.

Vamos ler trechos de suas peças, seus poemas e vamos mostrar que o nosso palco não está a serviço das tragédias reais, mas que faz dramas, comédias e tragédias para dar fôlego à sociedade para enfrentar suas mazelas.

Compareça! O Teatro resistirá mais uma vez.

Bortolotto viverá e escreverá muito mais de nossa história!

A praça é do povo, da cultura, da comunhão, da arte e da paz!

Dia 06/12
Domingo, às 21h
Espaço Parlapatões
Praça Roosevelt, 158
tel. 11 3258-4449

VIOLÊNCIA ANUNCIADA

 

ainda não consigo escrever texto longos, mas quero deixar aqui minha indignação com o descaso das autoridades e a ignorância de moradores da Praça Roosevelt que insistem em denunciar exatamente aqueles que lutam pela revitalização da Praça. É visível o avanço da bandidagem nos arredores da praça roosevelt, centro de São Paulo, depois que bares e teatros foram impedidos de deixar mesas nas calçadas além da 1 da manhã. Sem movimentação, iluminação e gente circulando pela região, a criminalidade começa a ocupar o espaço, lamentável. Ninguém é preciso ser especialista em violência urbana pra saber o que precisa ser feito. Triste, muito triste o que aconteceu na madrugada deste  sabado no Espaço dos Parlapatões.

 

Não tenho postado quase nada por aqui. Ainda estou com dificuldades em escrever só com uma mão. Assim que melhorar, eu volto.

 

"QUEM NÃO GOSTA DE SAMBA, BOM SUJEITO NÃO É, É RUIM DA CABEÇA, OU DOENTE DO PÉ"

INSCRIÇÕES ABERTAS - do blog do Ivam

DO BLOG DE JOSIAS DE SOUZA

Frase homofóbica de Requião pode custar R$ 250 mil

  Folha
O Ministério Público Federal pediu à Justiça que imponha ao governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), o pagamento de uma multa de R$ 250 mil.

 

Na petição, a Procuradoria alega que a sanção se justifica em razão de declarações feitas por Requião em programa da TV Educativa paranaense.

 

São duas as declarações que motivaram o pedido do Ministério Público, ambas levadas ao ar num programa chamado “Governo Escola”.

 

Numa delas, o governador associou a incidência de câncer de mama em homens às passeatas gays.

 

Noutra, ofendeu o pesquisador Mauro Akio, do Iapar (Instituto Agronômico do Paraná). Chamou-o, em timbre pejorativo, de “gafanhoto” e “kung-fu”.

 

Não é a primeira vez que declarações de Requião resultam em ações pecuniárias.

 

A Justiça Federal proibira o governador de utilizar a rádio e a TV educativa do Paraná de maneira imprópria. Do contrário, seria condenado ao pagamento de multas.

 

Requião deu de ombros. E loquacidade excessiva já lhe rendeu a aplicação de quatro multas. Todas por descumprimento da ordem judicial.

 

Juntas, as sanções somam R$ 850 mil. A última, de agosto, foi motivada por ataques de Requião ao prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB). Coisa de R$ 200 mil.

 

Os lábios de Requião, como se vê, tornaram-se ferrenhos adversários do bolso de Requião.

Meus queridos leitores,

Há dias tenho divulgado a enquete no site do Senado sobre a votação do PLC 122/06 que criminaliza a homofobia.
A votação está 51% NÃO E  49% SIM. Hora de reagir e ir até lá e votar pelo SIM. Não vamos permitir que o preconceito vença essa batalha.


DITADURA GAY

por Antonio Prata, Seção: Crônica do Metrópole


“Você é a favor da aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais?” Desde que a enquete apareceu no site do senado, faz umas semanas, evangélicos de todo o país iniciaram uma cruzada via internet, pelo direito de ofender pessoas que namoram pessoas do mesmo sexo.

Uma senhora chamada Rosemeire, por exemplo, expondo num blog seu temor de que a lei seja aprovada, disse que vivíamos “O início da Ditadura Gay no mundo!”. Pelo que entendi, Rosemeire acredita que está em curso uma batalha global, travada entre héteros e homossexuais, pela hegemonia na Terra. Hoje, os héteros estão vencendo, mas é só porque têm amparo legal para chamar os gays de viadinhos, as lésbicas de sapatonas e rir das piadas do Juca Chaves. No momento em que passarem a punir quem ofender pessoas que namoram pessoas do mesmo sexo, elas perceberão que chegou a hora, sairão todas correndo da The Week e tomarão o poder.

Imagine só, Rosemeire? Criancinhas terão de cantar Village People, na escola, enquanto assistem ao hasteamento da bandeira do arco-íris. Aos domingos, em vez de futebol, as TVs transmitirão Holiday on Ice e, com dezoito anos, os jovens serão obrigados a alistar-se no exército, fazer flexões de braço, dormir e tomar banho, uns na frente dos outros. Que horror!

Se você acha que Rosemeire exagerou, é porque não leu o blog de Rozângela Justino, cristã, psicóloga e indignada: “Se este Projeto (...) for aprovado, estaremos institucionalizando em nosso país o sistema de castas e todos aqueles que não forem homossexuais serão considerados cidadãos de segunda classe.”

Uau, Rozângela! O mundo, então, seria governado pela casta das Drag Queens? Um advogado gay, de terno e cabelo curto, seria de uma casta intermediária? E lutadores do Ultimate Fighting, viveriam de esmolas? Bem, talvez não...

Quanta imaginação têm as duas mulheres. Se seus piores pesadelos fossem filmados, seria preciso unir o talento de um Fellini com o de um Clóvis Bornay; juntar, no mesmo caldeirão, George Orwell e Andy Warhol; vislumbrar as ruas de Nova Déli sendo percorridas pela banda de Ipanema.

Se bem que... Sei lá. Pensando melhor, talvez o temor de Rosemeire e da Dra. Justino tenha algum fundamento. Veja o caso dos negros: há poucas décadas, todo mundo contava piada racista e eles eram cidadãos de segunda classe. Veio esse papo de igualdade, o que aconteceu? Um mulato chegou a presidente dos Estados Unidos!

A batalha racial já está perdida, mas a sexual ainda pode ser ganha! Basta ir ao http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0 , clicar em NÃO e mostrar a todos que ainda tem gente disposta a lutar por um mundo injusto, desigual e preconceituoso!
 
 
Fonte: http://blog.estadao.com.br/blog/antonioprata/?blog=83&c=1&page=1&more=1&title=ditadura_gay&tb=1&pb=1&disp=single 


* VOTE NO ´SIM´!!!

Ivam Cabral é um amigo muito,  muito, mas muito querido. Parece um daqueles anjos que por descuido de Deus, caiu do céu e se pôs no meu caminho. E é uma alegria  tê-lo em meu caminho. Eu passei a amar o Ivam assim que o conheci. Amor à primeira vista? acho que sim. Um amor de alma, fraterno, delicado, verdadeiro, daqueles que a gente nem acredita que exista de verdade. E se eu contar que a gente se vê pouco, que a gente acaba se falando por email, matando saudade por torpedo, e que a gente pertence a mundos diferentes, ninguém vai acreditar..É exatamente assim. Eu sou advogada e ele, ator. Mas há algo em comum entre nós que supera a distância, a diferença e a saudade. Somos completamente apaixonados pelos nossos sonhos. Ele, acredita nos meus e torce por mim todos os dias.  Eu, acredito nos dele e torço por ele todos os dias da minha vida. Ivam está prestes a realizar um grande sonho. Um sonho que eu vi gestar, crescer e vou ver nascer. Um sonho lindo. A SP Escola de Teatro, voltada para as artes do palco, será lançada no próximo dia 25, e já tem uma programação intensa a partir do dia 26. Uma escola encomendada pelo Governador José Serra, outro amante da arte de Dionísio. O sonho começou lá atrás, há mais de 1 ano. E foi sendo rascunhado pelo Ivam, pela Cleo, pelo Guzik, pelo Rodolfo e por tantas outras pessoas que agora me fogem, mas que eu sei que, assim como eles, dedicaram horas e dias e meses para dar esse presente à nossa cidade, ao nosso Estado. No dia 25, estarei lá. E quero dar ao Ivam e sua equipe um abraço muito forte, como quem doa a própria alegria, a própria luz, para que este projeto brilhe por muitos e muitos anos. Abaixo link da SP Escola de Teatro. Vale a pena ler e conhecer.

http://www.spescoladeteatro.org.br/

 

meu Deus! o que ta acontecendo com os seres humanos? Que coisa triste essa notícia do pai que atirou o filho do 18º andar e se jogou em seguida. triste, muito triste.

DIA DA BANDEIRA

Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.

Fernando Pessoa

DO BLOG TERRASDECABRAL DO IVAM

 

ROSE VELT

A Praça Roosevelt muda de cenário com casa bacaninha

Ambiente do bar que abre as portas oficialmente nesta terça (dia 17), ao lado do teatro Os Satyros

Danila Moura

A praça Roosevelt é conhecida por ter uma atmosfera influenciada pelo teatro vanguardista da cia. Os Satyros. Seus bares atraem um público desencanado, aberto a discussões intelectuais regadas a cerveja em garrafa. Nesse cenário, o bar Rose Velt é um marco sinalizador das mudanças planejadas para a região.

Aberto em esquema de "soft-opening" durante a festa Satyrianas, é tão arrumadinho que nem parece estar na Roosevelt. A praça é o mote do visual, com direito a tampas de bueiros nas paredes e , claro, um palco com cortinas de veludo vermelho.

Feito em parceria com a cia. teatral responsável pela fama da região, a proposta é ocupar o palquinho em estilo de cabaret com performances e peças. O cardápio contempla pratos da cozinha italiana elaborados pelo chef Carlos de Oliveira , como a lasanha romagnola, de massa verde, com ragu e bechamel, entre outros.

Atenção boêmios: a cachaça Boa Vida reina entre os bebes, seja pura, seja na caipirinha de mesmo nome, misturada com morangos, mel e limão. E tem sandubas para acompanhar as cervejas em garrafa. Abre oficialmente na próxima terça (dia 17).


Pça. Franklin Roosevelt, 124, Consolação, região central, tel. 3129-5498. 100 lugares. Seg. e qua. a dom.: 18h à 1h. Preço: R$ 6 (cerveja em garrafa Original).

Fonte: Guia da Folha, 13 de novembro de 2009.

GRANDE DECISÃO

Justiça do PA dá visita íntima a presos homossexuais

São Paulo - Em decisão inédita no Brasil, a Justiça do Pará concedeu à população homossexual carcerária do Estado o direito de receber visitas íntimas de seus parceiros. Com isso, a partir do próximo final de semana, detentos que quiserem usufruir deste direito devem fazer um pedido à Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe). A decisão foi divulgada hoje pela assessoria de imprensa do governo paraense.

De acordo com o governo do Pará, o pedido partiu da própria Superintendência, que solicitou à Justiça que ampliasse para todos os detentos do Estado a autorização dada a uma presa do Centro de Recuperação Feminino, de Marituba, na região metropolitana de Belém, a receber visitas íntimas de sua companheira.

A decisão foi comemorada por movimentos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) do Estado. "É um avanço importante para nossa comunidade. Quando a Susipe dá um passo voluntário como esse, a gente vê que há uma intenção real de mudar a situação de exclusão dos homossexuais", disse Marcelo Larrat, coordenador dos movimentos LGBT do Estado e integrante do Conselho do Centro de Referência, Prevenção e Combate à Homofobia, da Defensoria Pública do Pará, criado há três meses.

 "O Estado e o Poder Judiciário estão de parabéns", afirmou Mary Cohen, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Seção Pará. Para ela, está havendo no Brasil uma pacificação nesse sentido, demonstrada por vitórias das uniões homoafetivas em relação ao aspecto patrimonial e às questões relacionadas aos filhos de pais homossexuais.

NOVO LINK DE VOTAÇÃO

A Banda do henrique ta concorrendo uma vaga na final de um festival.
Vote no link abaixo na Banda The Shipperies.
Divulguem para os seus amigos.
Mãe coruja agradece

http://www.shownaweb.com/aovivo/aovivo.php

[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, Mulher